"A mente humana parece ter o defeito comum de ansiar por uma certeza completa na crença ou na descrença em algo. Além desse fato ser cientificamente indesejável, deve-se dizer que na ciência não se pode jamais atingir tal estado de certeza. Por mais confiável e bem sucedida que seja uma teoria em determinado momento, podem surgir dados novos que mostrem a necessidade de ajustá-la, enquanto que, no outro extremo, por menor que seja a confiança que mereça uma hipótese, dados novos podem alterar a situação."
R. A. Lyttleton, "A natureza do conhecimento", em Duncan & Weston Smith (org.), A enciclopédia da ignorância. Editora Universidade de Brasília, 1981. Pág.30.
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