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terça-feira, 16 de junho de 2009

Bloomsday

Você sabe quantas vezes (e em que partes do texto) James Joyce usou a palavra "yellow" no texto do Ulysses? Eu sei: 50 vezes!
Não. Eu não contei. Eu usei
esta versão online preparada pelo Departamento de Computação do Imperial College de Londres. Cada palavra do texto é um link (ou um mecanismo de busca, ou um link para um mecanismo, ou sei lá o quê; só sei que funciona) que conta as ocorrências e lista todos os trechos do texto em que a palavra acionada aparece.
Se você, da mesma forma que eu, não tem inglês nem pra ler, por exemplo, a versão original do delicioso, mas convencional, Uma pequena casa na campina, de Laura Ingalls Wilder, não precisa perder o Bloomsday só por causa disto.
Ainda assim pode brincar de procurar novas versões do livrão usando o Google, ou o fantástico mundo rolante do Searchme.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

The best review ever!

A versão impressa no Prosa & Verso, do Globo de 04/04/09, da resenha de Telio Navega revela, numa citação, a que eu passo a considerar a melhor resenha de todos os tempos, extraída do livro Frenesi polissilábico – O diário de Nick Hornby, da Editora Rocco (clique na imagem para aumentar).


O livro é um apanhado das contribuições de Nick Hornby (disponíveis online apenas parcialmente ou mediante pagamento) para a revista The Believer entre setembro de 2003 e novembro de 2004. A coluna foi publicada até setembro de 2008.
Vale também a visita ao blog do Nick Hornby

quinta-feira, 7 de maio de 2009

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Santa Catarina depois da tempestade: Prêmio Nacional de Literatura Cruz e Souza

O prazo de inscrição para o prêmio de âmbito nacional para romances inéditos foi prorrogado para o dia 6 de abril de 2009.

A notícia pode ser lida aqui.

O edital completo, em arquivo .doc (para Word e compatíveis) está aqui.

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Aliás, as páginas da Fundação Catarinense de Cultura são muito boas.

Há "de um tudo" sobre os programas de incentivo ao cinema, ao teatro, à música, à dança...

Os links que eu testei também foram ótimos.

Com dois cliques foi possível chegar a uma relação de obras em arquivos .pdf de Cruz e Souza e, devido a uma falta de refinamento na pesquisa afobada (sorte de amador!) e à cruz que ambos ainda carregam, a uma de San Juan de la Cruz. Resultado aqui.

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Apdeite: Olha só a injustiça! Eu (quase) me esqueci de mencionar que li a notícia na newsletter dos Artistas Gaúchos, mas já coloquei no link do título.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Dica de site do Noblat - O poder da palavra


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via O GLOBO » Blogs » Blog do Noblat de Ricardo Noblat em 17/11/08

El Poder de la Palabra es una web dedicada a la prosa poética, en ella encontrarás fragmentos de textos literarios, así como la biografía e imágenes de sus autores....Para acompañarte en la lectura podrás...

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Ou alguém imaginava que a "crise" da literatura fosse privilégio nosso?


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via the Literary Saloon em 16/11/08

At Thah Nien News Thuy Linh reports on A bird that can't fly, as: 'Literary critics say Vietnam's lack of literary leadership is due to outmoded worldviews and historical problems.'

via the Literary Saloon em 16/11/08

The National argues A literary tradition begins at home, noting: The lack of a vibrant literary culture here is striking because the region is world-renowned for its tradition of storytelling.

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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Mais dicas do Verdes Trigos: Coluna do Vinicius Jatobá no Terra Magazine


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via verdestrigos de VerdesTrigos em 13/11/08

Saiu o segundo texto da coluna do Vinicius Jatobá no Terra Magazine. Com o passar das semanas, escreverá sobre cinema e HQs. Ocasionalmente, publicará crônicas e reportagem. Estão convidados. Toda quinta-feira, um texto novo. A resenha de hoje é sobre a excepcional reportagem "O segredo de Joe Gould", do mestre da arte da prosa estadunidense Joseph Mitchell. Nas próximas semanas: "The Umbrella Academy", "Desonra", "RocknRolla", "Caos Calmo" e muito mais. E se gostarem do texto, divulguem para colegas e amigos e voltem sempre.

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sábado, 8 de novembro de 2008

overblog .: Literatura de vizinhos




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via .: Overblog :. em 08/11/08

A arte de produzir e publicar livros mostra o quanto estamos distantes e próximos dos nossos vizinhos latino-americanos. Distantes por todas as características que singularizam o Brasil dentro do continente – as dificuldades de distribuição neste território extenso, a diferença da língua que complica o diálogo com os outros países, a falta de tradição de leitura. Próximos em muitas...

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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Prêmio Cunhambebe de literatura estrangeira 2008


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via verdestrigos de VerdesTrigos em 07/11/08

clip_image001[4]Até o momento, não havia no Brasil nenhum prêmio que contemplasse os melhores livros estrangeiros. Eis um grande paradoxo no país da literatura "antropofágica". Com efeito, da mesma forma que os índios canibais consideravam que devorar alguém – de preferência de outra tribo – lhes permitia incorporar suas qualidades, a cultura brasileira, na definição de Oswald de Andrade, se nutre das influências externas, apropriando-se de seus elementos essenciais. Por esse motivo, resolve-se homenagear Cunhambebe, o poderoso chefe tupinambá, considerado o maior canibal de que se tem notícia no Brasil. Contemporâneo do início da colonização européia, ele deve ter vislumbrado na chegada desses estrangeiros não uma ameaça mas sim uma oportunidade inesperada de experimentar novos "sabores". Sendo assim, de acordo com a "filosofia" antropofágica, procurou aproveitar o melhor do outro!
Inscrições até 31 de dezembro de 2008.
Mais informações acesse o site ou escreva para: Stéphane Chao: curadoria@premiocunhambebe.org


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DailyLit Launches Book Samplers

Wow!


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The Mamaroneck, N.Y.-based digital distributor DailyLit has launched a program to deliver free samples of various books by e-mail and RSS feed. The program, dubbed Book Samplers, will allow readers to receive short excerpts of books from DailyLit on a daily basis.


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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

A literatura da Fal: Muito bem dito. E ainda há muito a se dizer.

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Mme. Mean Mme. Mean

Maiúsculos múltiplos comuns

In Madame Tussaud

Posted on: Fri, Oct 24 2008 10:22 AM

Agora posso falar. Eu li.
Li onde para mim seria seguro ler. Num final de semana lindo, cheio de sol, de amor, de carinho. Na rede, tomando caipirinha de maracujá. Eu sabia que sem essa armadura toda, correria risco de vida (maior). Afinal, olhar o que se mais teme na cara não é algo que se faça desassistido.

Pois é.
A Fal, o livro.

Eu nunca tive dúvida. O que faz dela uma escritora única, magnífica, irrepetível é o talento que ela tem para reunir numa frase, ou duas, o histórico psiquiátrico de alguém. Assim como Machado de Assis fazia isso descrevendo a aparência dos seus personagens, Fal reúne tudo numa circunstância e numa maneira de reagir a um acontecimento, ao modo daquela pessoa de ver o que se passa. Numa frase, ela nos situa sobre o mais importante: você sabe (na verdade, você sente) quem é aquela pessoa, nos colocando dentro de sua alma.

Sua protagonista não tem esse nome por acaso.

Mas a mágica da Fal vai mais além. Como a gente sente aquele flash de vida, sem que o rosto do fotografado seja muito nítido, o fotografado, no mais das vezes, é você mesmo, ou alguém que você conhece tanto e tão dolorosamente bem que não podia suspeitar que mais alguém no mundo também conhecesse. E Fal conhece. A você, e a todos os outros, porque conhece o essencial no ser humano: suas dores e sua (in)capacidade atávica de lidar com elas.

Minúsculos assassinatos também não tem esse nome por acaso. Lá está uma coleção de bons e maus assassinos e assassinados, de dores que morrem e ressuscitam, de esperanças mortas de morte morrida, de morte matada ou que sobrevivem com alguma dificuldade. Só não há vítimas, incrivelmente. (Incrivelmente?)

Qualquer semelhança com fatos ou pessoas reais que Fal nunca encontrou, nem sabe que existe, acredite, não é mera coincidência. É fruto do talento único dessa incrível escritora para entrar dentro da alma da gente.
Leia com cuidado.

Comments


Mme. Mean Mme. Mean

domingo, 2 de novembro de 2008

Lançamento, para quem estiver em Porto Alegre, bá!


Acabo de receber o convite que reproduzo.


O Alex Sander, que me enviou o convite, participa do livro com três contos.

O Alex é também o responsável por um curta metragem interessantíssimo, o Brincando Noir, cujo trailler (da abertura do filme, realmente sensacional!) pode ser visto aqui:


quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Prêmio Portugal Telecom: Vencedores serão conhecidos nesta quarta-feira



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via verdestrigos de VerdesTrigos em 29/10/08

Publishnews - 29/10/2008 - por Redação

Os escritores António Lobo Antunes, de Eu hei-de amar uma pedra (Objetiva) – Portugal, Beatriz Bracher, autora de Antonio (Editora 34) – Brasil, Bernardo Carvalho, de O sol se põe em São Paulo (Companhia das Letras) – Brasil, Cristovão Tezza, de O filho eterno (Record ) – Brasil, Julián Fuks, de Histórias da literatura e cegueira (Record) – Brasil, Marília Garcia, de 20 poemas para o seu walkman (Cosac Naif /7 letras) – Brasil, Nicolas Behr, de Laranja seleta (Língua Geral) – Brasil, Raimundo Carrero, de O amor não tem bons sentimentos (Iluminuras) – Brasil, Ondjaki, de Os da minha rua (Língua Geral) – Angola e Paulo Henriques Britto, de Tarde (Companhia das Letras) – Brasil, são os 10 finalistas da 6º edição do Prêmio Portugal Telecom
que terá sua solenidade de entrega nesta quarta-feira, dia 29, em São Paulo. Os dez títulos foram apontados como os melhores de língua portuguesa editados no Brasil em 2007 e foram escolhidos entre 398 livros inscritos por suas editoras para concorrer. Os vencedores serão apresentados pelo presidente do Grupo Portugal Telecom, Zeinal Bava e pelo presidente da Portugal Telecom Brasil, Shakhaf Wine, e receberão premiação de R$ 100 mil, R$ 35 mil e R$ 15 mil.


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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A responsabilidade de um escritor

Dia escreve alguns dos melhores textos que eu já li na Web. Seu blog me foi apresentado pela Isa, a quem eu não me canso de agradecer por estas e outras.

O comentário abaixo pode esclarecer muito sobre a necessidade (e a conseqüente responsabilidade) de um escritor.

Poemas de amor e dor deixou um novo comentário na mensagem "Mamã, e se os números nunca acabam, porque é que n...":

Boa noite,

Acabo de ler este conto de vida e fiquei maravilhado com a forma de escrita, com a explosão de sentimentos que me deixou sem folga para respirar. Simplesmente notável e desejo-lhe que permaneça muitos e bons anos para nos continuar a transmitir essa forma de viver e conviver tão linda. Já criei um link para a ter por perto.

Embora não possa como podia mexer as minhas mãos, aceite juntar à sua maravilhosa força, a força que resta na minha mão direita a este velho poeta. Toda a luz do mundo.

Rogério Martins Simões

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Publicada por Poemas de amor e dor em (T)ralha a 9:05 PM

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Fal Azevedo no Rio de Janeiro e na TVE/Brasil

O lançamento no Rio de Janeiro de Minúsculos assassinatos e alguns copos de leite é hoje, às 19h30min na Livraria Prefácio. (Ver o convite aqui).

Antes disso, ela participa do Sem Censura, às 16h, na TV Educativa (atual TV Brasil) do Rio de Janeiro.

A entrevista pode ser acompanhada ao vivo no site da TV.

Atualização às 16h20min: E não é que a lindona está lá, mesmo?

Onde me encontrar