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quinta-feira, 4 de junho de 2009

The best review ever!

A versão impressa no Prosa & Verso, do Globo de 04/04/09, da resenha de Telio Navega revela, numa citação, a que eu passo a considerar a melhor resenha de todos os tempos, extraída do livro Frenesi polissilábico – O diário de Nick Hornby, da Editora Rocco (clique na imagem para aumentar).


O livro é um apanhado das contribuições de Nick Hornby (disponíveis online apenas parcialmente ou mediante pagamento) para a revista The Believer entre setembro de 2003 e novembro de 2004. A coluna foi publicada até setembro de 2008.
Vale também a visita ao blog do Nick Hornby

terça-feira, 19 de maio de 2009

As duas faces da abóbora

É uma boa surpresa a gente ficar sabendo que um bom sujeito está lançando um livro.

Sem muitas informações, quando você se encontra e conversa com o tal sujeito diariamente pelos corredores da empresa onde trabalha e nas conduções, em longos engarrafamentos, já que ele também mora "do outro lado da baía", você tem o direito de esperar que o livro seja técnico.

Uma ótima surpresa é saber que não é nada disso.

O livro até já teve lançamento em São Paulo, mas o caladão não disse nada.

Tudo bem. Tem lançamento hoje no Rio.

Quarta, 20/05

Noite de autógrafos: "As duas faces da abóbora", por Caco Porto

Local: Livraria da Travessa - Shopping Leblon

Afrânio de Melo Franco, 290 - loja 205 A
cep. 22430-060 .t. (21) 3138-9600


Horário:
19h
Pode-se ler mais sobre o livro e o autor no site da Primavera Editorial: aqui, aqui e aqui.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Para quem não vive sem uma listinha ou duas...


Enviado para você por Fernando através do Google Reader:

via the Literary Saloon em 13/11/08


Books of the year lists from The New Statesman and The Spectator.

By popular demand -- everybody seems to love these -- some 'Books of the year' lists (but don't expect too many of these hereabouts). And, as far as these sorts of things go, these aren't the worst:

  • Books of the year 2008: "The New Statesman's round up of the best books of 2008 as suggested by critics and contributors"
  • Books of the year: "A selection of the best and worst books of 2008, chosen by some of our regular reviewers" at The Spectator (but not enough worst-suggestions !)

Coisas que você pode fazer a partir daqui:


sábado, 8 de novembro de 2008

overblog .: Literatura de vizinhos




Enviado para você por Fernando através do Google Reader:

via .: Overblog :. em 08/11/08

A arte de produzir e publicar livros mostra o quanto estamos distantes e próximos dos nossos vizinhos latino-americanos. Distantes por todas as características que singularizam o Brasil dentro do continente – as dificuldades de distribuição neste território extenso, a diferença da língua que complica o diálogo com os outros países, a falta de tradição de leitura. Próximos em muitas...

Coisas que você pode fazer a partir daqui:


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Leve seu livro para passear



Enviado para você por Fernando através do Google Reader:

via Blog da Cultura de Ronoc (Cultura Pompéia) em 06/11/08

Numa cidade cosmopolita e culturalmente tão efervescente como São Paulo, por que é tão difícil flagrar alguém acompanhado de livros em parques, praças e cafés? (Sim, sempre existirão as exceções, mas elas são exatamente isso — e acabam cumprindo a sina de estarem lá quase que somente para confirmar a regra.) Se você é um amante dos livros, há de convir: é impossível andar pelas ruas desta metrópole e não ser atropelado por essa pergunta. Certa vez, um amigo, o Paulo Vidal, chegou a confidenciar que quando se sentava em alguma praça com um livro nas mãos receava ser confundido com um ET. E pensar que em alguns lugares do mundo, a prática da leitura ao ar livre ou em público (mas sozinho) é praticamente elevada à categoria de Arte…

Entre nós, é mais comum observar pessoas lendo em ônibus ou no metrô. Longe de dizer que não seja louvável dedicar todo e qualquer tempo livre para a leitura, mas limitar os livros ao exíguo e opressor espaço do transporte público paulistano é praticamente uma maldade.

Pode-se ponderar: talvez São Paulo não seja a cidade mais convidativa para quem quer se dar ao luxo de parar, sentar, abrir um livro e passear os olhos por suas páginas. Uns dirão que o medo da violência explica tudo. Outros, que leitores talvez sejam figuras mitológicas e onde eles se escondem, quem há de saber? Talvez estejam todos certos. Peço licença, porém, para evitar todas essas teses e levantar aqui a bandeira de um movimento pra lá de legítimo.

Militante, pegue sua mochila, encha-a de livros e tome as ruas! Veja, a beirada do lago do Ibirapuera parece mesmo uma delícia para deitar, se espreguiçar e… mergulhar no mundo das letras.

Quer lugar mais charmoso do que a Praça do Pôr do Sol — sobretudo quando este está, de fato, se pondo — para se deixar apaixonar por uma boa história? E que tal avançar páginas e páginas tendo a metrópole todinha a seus pés? E tente a Pedra Grande, lá no Parque Estadual da Serra da Cantareira. Alguém aí já experimentou levar sua obra predileta para o alto do Martinelli e ficar lá, assim como
quem não quer nada, desafiando as vertigens e lendo? E será que é pecado misturar a fome com a vontade de ler? Mesmo se for, vamos ao Mercadão devorar pastel de bacalhau e romance policial para ver no que é que dá. O Anhangabaú é ótimo, a escadaria do Municipal, charmosíssima. Ah, sim, tem o Trianon. Ou, logo em frente, o vão livre do MASP. A Praça da Luz, os jardins do Ipiranga, as ruas e avenidas da USP

Pois é, local é o que não falta. Então, fica o convite. Neste fim de semana, junte-se ao movimento: leve seu livro para passear!


Coisas que você pode fazer a partir daqui:


Onde me encontrar